Florianópolis é a capital nacional da maricultura e responde por mais de 90% da produção de ostras (Crassostrea gigas) do Brasil. No entanto, diante de um cardápio caiçara, surge a clássica dúvida: optar pela ostra in natura ou gratinada?
Para quem deseja sentir o sabor puro e salino do Oceano Atlântico, a ostra in natura (servida viva em cama de gelo com limão galego) é imbatível. Já para iniciantes ou apreciadores de sabores quentes e aveludados, as gratinadas com queijo brie, gorgonzola ou alho-poró são a escolha perfeita. Para descobrir a rota completa de restaurantes e produtores locais, cadastre-se no Clube VIP.
A segurança alimentar é o ponto mais crítico no consumo de moluscos bivalves. No Ribeirão da Ilha e no Pântano do Sul, os restaurantes sérios possuem fazendas marinhas próprias e certificação do Ministério da Agricultura (SIF/SIE). As ostras são retiradas das lanternas marinhas, passam por um processo de depuração em água filtrada por raios UV e chegam à mesa em menos de 30 minutos após a colheita.
Para identificar se uma ostra in natura está em perfeitas condições de consumo, observe o aspecto da carne: ela deve estar firme, brilhante, imersa em sua própria água marinha e com aroma fresco de brisa do mar, sem qualquer odor forte.
Em relação aos preços, fugir das armadilhas para turistas é simples: basta se afastar alguns metros dos decks mais badalados do centro do Ribeirão e visitar pequenos engenhos e restaurantes familiares na rodovia Baldicero Filomeno, onde a dúzia in natura custa até 40% a menos mantendo exatamente o mesmo frescor cristalino.
Seja você fã da acidez refrescante do limão na ostra crua ou da cremosidade do queijo derretido no maçarico, o Sul da Ilha proporcionará uma viagem sensorial inesquecível. Quer acessar nosso guia exclusivo de gastronomia caiçara? Junte-se ao Clube VIP e acompanhe as novidades!